O dia que você me deixou a atônia me petrificou.
Naquele dia você olhando nos meus olhos parado em minha frente, verbalizando aquela novidade estarrecedora só estava presente em físico; sua frieza o fez mais distante que uma colina está do fundo do mar.
Quanto a mim? Nem poderia te tocar.
Assim como o mar não pode tocar o topo da colina, tão píncara, fria e distante.
Roubou meu espírito, gatuno! Fugindo adiante.
Deixou uma velha casca vazia e morta, tirou do meu mundo toda cor restando apenas um vazio sórdido e cinza.
E daquele instante até hoje ficou firmemente estabelecida uma angústia permanente.
Maldita dor poderosa que arranca o sorriso da gente
Vânia M. Leite
sábado, outubro 24
terça-feira, outubro 13
Ideologia
Quando criei este blog, tinha em mente postar somente textos escritos na íntegra por mim, porém, um certo alguém de uma inteligência que eu tenho adoração me enviou um texto que achei muito bom. Com a autorização do mesmo decidi postá-lo para que você leitor deste meu blog possa usufruir esta leitura interessante assim como eu tive esse privilégio.
Ideologia é um termo usado no senso comum contendo o sentido de "conjunto de idéias, pensamentos, doutrinas e visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo, orientado para suas ações sociais e, principalmente, políticas". No entanto a definição que melhor expressa essa palavra atualmente é originada da concepção de Karl Marx , ou seja , ideologia é um instrumento de dominação que age através do convencimento (e não da força), de forma prescritiva, alienando a consciência humana e mascarando a realidade.
Atualmente o conceito de ideologia esta presente de forma ativa no universo corporativo, e é utilizado como método de ampliação do capital . A grosso modo , temos o capital constante que é representado pelos meios de produção ( máquinas ) e o capital variável representado pela mão-de- obra . Em um universo industrial ou comercial não basta ter o homem e a máquina , é necessário o incentivo para que o homem trabalhe ,e já que o salário não configura como um incentivo suficiente , torna-se necessário para que haja a produção outros meios de “incentivos” que force o trabalhador a executar de forma eficiente o seu trabalho .
Existem inúmeros modos para que o padrão obrigue o empregado a trabalhar , porém para que possamos permanecer no foco falaremos somente da ideologia .
Como já foi dito a ideologia funciona como um incentivo , e sua base está alicerçada no discurso prévio, ou seja, antes de fazer, independente do que será feito, é necessário convencer aqueles que serão alvos, de que a ação é extremamente necessária. No entanto o que fica mascarado é que o discurso frequentemente apresenta uma visão unilateral favorecendo o ponto de vista do criador do discurso, ou seja, da parcela dominante.
Ideologia é um discurso falso impregnado de meias verdades onde são revelados os pontos positivos que beneficiará o lado dominante, e onde permanecerão omitidos os pontos negativos que serão destinados a grande parcela explorada .
Inseridos no discursos ideológicos existem importantes pontos que os caracterizam. O lado que possui os meios de produção enfatizam a idéia de igualdade entre todos , dizem que basta o esforço do empregado para que o mesmo cresça e possa ter um grande retorno financeiro, porém, omitem o fato de que o empregado nunca terá acesso aos meios de produção, isto é, de forma geral, será sempre empregado, e por fim não estará produzindo um retorno financeiro para si mesmo, e sim ampliando cada vez mais a riqueza daqueles que detém os meios de produção. É comum o emprego de frases de efeito como : “ Eu era igual a vocês”, “Eu comecei de baixo e trabalhei muito para chegar onde estou”, frases como estas podem ser verdadeiras, porém, este é somente um exemplo individual e até mesmo exclusivo; o problema está no fato de utilizar este exemplo como algo que é corriqueiro , comum a todos os funcionários .
Obviamente esses argumentos somente são utilizados porque funcionam, não são poucos aqueles que acreditam no auto crescimento profissional e pessoal a partir da dedicação exclusiva ao emprego. Como já dito anteriormente isto de fato pode ocorrer, no entanto como resultado comum deste processo temos para as empresas o extraordinário retorno financeiro obtido em decorrência da exploração dos empregados, e para a maioria dos empregados a reprodução contínua de uma vida extremamente limitada que proporciona, quando proporciona, a manutenção de uma sobrevivência miserável .
A maioria dos empregados já alienados sonham em ter o estilo de vida do patrão, o patrão por sua vez faz questão de dizer que isto é possível , no entanto somente diz, tendo consciência que o esforço do seu empregado à procura do inalcansável trará lucros exorbitantes para a sua empresa, e caso o empregado não cresça na empresa, o que é muito provável já que é 1 em 1 milhão, basta culpá-lo pela sua incompetência e incentivá-lo para que haja um maior esforço e o mesmo não seja taxado novamente de incompetente .
Exemplo prático do método ideológico vigente no mundo corporativo é adotado em determinada empresa a qual omitiremos o nome verdadeiro e daremos o nome fantasia, porém, muito propício , de “Inferno com divisórias” . Nesta empresa ocorrem diferentes campanhas motivacionais, no entanto, semelhantes ao discurso ideológico. O objetivo é sempre o de demonstrar a “preocupação” que a empresa tem com o reconhecimento do seus funcionários, se gabam dizendo que nenhuma outra empresa faz o que eles fazem, porém, como característica do discurso ideológico omitem a verdade.
A recente campanha funciona da seguinte maneira : Em uma empresa terceirizada que congrega seguradoras de automóveis ganha a campanha quem indicar o maior número de técnicos que consertem os veículos segurados. A premiação é equivalente a 10 vezes o valor do salário e isto causa um empenho incomum no trabalho dos funcionários .
Como parte da ideologia é feita uma vasta propaganda que sempre mantém a idéia de “ Só depende de você” . Imagine o lucro que uma empresa terá introduzindo na mente de cerca de 2500 funcionários que só depende de você ganhar o equivalente a 10 salários . O fato do empenho dos empregados ser capaz de produzir no mínimo 1000 vezes mais do que o valor da premiação óbviamente não é revelado dando a impressão que a empresa esta realizando campanha tendo como objetivo a satisfação dos funcionários .
Além do valor do prêmio não representar nem ao menos 0,0001 do retorno que ele mesmo produziu, outro fato é que a premiação não atinge nem cerca de 10% dos participantes, penso que se a empresa realmente estivesse interessada em gratificar seus funcionários pensaria em uma política que abrangesse o maior número de funcionários possíveis e agiria para combater as carências básicas que são apontadas constantemente pelos funcionários de menor remuneração, como por exemplo um alimentação de qualidade e plano de saúde que atenda as necessidades.
Enfim, através desses exemplos fica demonstrado a maneira de agir do discurso ideológico e a esperança de que mesmo que façamos o que o capital ordena faremos com a consciência de que ao menos estão escondendo algo de nos e perdermos e ingenuidade em achar que eles são os mocinhos que vieram nos salvar.
A.S. Martins
Ideologia é um termo usado no senso comum contendo o sentido de "conjunto de idéias, pensamentos, doutrinas e visões de mundo de um indivíduo ou de um grupo, orientado para suas ações sociais e, principalmente, políticas". No entanto a definição que melhor expressa essa palavra atualmente é originada da concepção de Karl Marx , ou seja , ideologia é um instrumento de dominação que age através do convencimento (e não da força), de forma prescritiva, alienando a consciência humana e mascarando a realidade.
Atualmente o conceito de ideologia esta presente de forma ativa no universo corporativo, e é utilizado como método de ampliação do capital . A grosso modo , temos o capital constante que é representado pelos meios de produção ( máquinas ) e o capital variável representado pela mão-de- obra . Em um universo industrial ou comercial não basta ter o homem e a máquina , é necessário o incentivo para que o homem trabalhe ,e já que o salário não configura como um incentivo suficiente , torna-se necessário para que haja a produção outros meios de “incentivos” que force o trabalhador a executar de forma eficiente o seu trabalho .
Existem inúmeros modos para que o padrão obrigue o empregado a trabalhar , porém para que possamos permanecer no foco falaremos somente da ideologia .
Como já foi dito a ideologia funciona como um incentivo , e sua base está alicerçada no discurso prévio, ou seja, antes de fazer, independente do que será feito, é necessário convencer aqueles que serão alvos, de que a ação é extremamente necessária. No entanto o que fica mascarado é que o discurso frequentemente apresenta uma visão unilateral favorecendo o ponto de vista do criador do discurso, ou seja, da parcela dominante.
Ideologia é um discurso falso impregnado de meias verdades onde são revelados os pontos positivos que beneficiará o lado dominante, e onde permanecerão omitidos os pontos negativos que serão destinados a grande parcela explorada .
Inseridos no discursos ideológicos existem importantes pontos que os caracterizam. O lado que possui os meios de produção enfatizam a idéia de igualdade entre todos , dizem que basta o esforço do empregado para que o mesmo cresça e possa ter um grande retorno financeiro, porém, omitem o fato de que o empregado nunca terá acesso aos meios de produção, isto é, de forma geral, será sempre empregado, e por fim não estará produzindo um retorno financeiro para si mesmo, e sim ampliando cada vez mais a riqueza daqueles que detém os meios de produção. É comum o emprego de frases de efeito como : “ Eu era igual a vocês”, “Eu comecei de baixo e trabalhei muito para chegar onde estou”, frases como estas podem ser verdadeiras, porém, este é somente um exemplo individual e até mesmo exclusivo; o problema está no fato de utilizar este exemplo como algo que é corriqueiro , comum a todos os funcionários .
Obviamente esses argumentos somente são utilizados porque funcionam, não são poucos aqueles que acreditam no auto crescimento profissional e pessoal a partir da dedicação exclusiva ao emprego. Como já dito anteriormente isto de fato pode ocorrer, no entanto como resultado comum deste processo temos para as empresas o extraordinário retorno financeiro obtido em decorrência da exploração dos empregados, e para a maioria dos empregados a reprodução contínua de uma vida extremamente limitada que proporciona, quando proporciona, a manutenção de uma sobrevivência miserável .
A maioria dos empregados já alienados sonham em ter o estilo de vida do patrão, o patrão por sua vez faz questão de dizer que isto é possível , no entanto somente diz, tendo consciência que o esforço do seu empregado à procura do inalcansável trará lucros exorbitantes para a sua empresa, e caso o empregado não cresça na empresa, o que é muito provável já que é 1 em 1 milhão, basta culpá-lo pela sua incompetência e incentivá-lo para que haja um maior esforço e o mesmo não seja taxado novamente de incompetente .
Exemplo prático do método ideológico vigente no mundo corporativo é adotado em determinada empresa a qual omitiremos o nome verdadeiro e daremos o nome fantasia, porém, muito propício , de “Inferno com divisórias” . Nesta empresa ocorrem diferentes campanhas motivacionais, no entanto, semelhantes ao discurso ideológico. O objetivo é sempre o de demonstrar a “preocupação” que a empresa tem com o reconhecimento do seus funcionários, se gabam dizendo que nenhuma outra empresa faz o que eles fazem, porém, como característica do discurso ideológico omitem a verdade.
A recente campanha funciona da seguinte maneira : Em uma empresa terceirizada que congrega seguradoras de automóveis ganha a campanha quem indicar o maior número de técnicos que consertem os veículos segurados. A premiação é equivalente a 10 vezes o valor do salário e isto causa um empenho incomum no trabalho dos funcionários .
Como parte da ideologia é feita uma vasta propaganda que sempre mantém a idéia de “ Só depende de você” . Imagine o lucro que uma empresa terá introduzindo na mente de cerca de 2500 funcionários que só depende de você ganhar o equivalente a 10 salários . O fato do empenho dos empregados ser capaz de produzir no mínimo 1000 vezes mais do que o valor da premiação óbviamente não é revelado dando a impressão que a empresa esta realizando campanha tendo como objetivo a satisfação dos funcionários .
Além do valor do prêmio não representar nem ao menos 0,0001 do retorno que ele mesmo produziu, outro fato é que a premiação não atinge nem cerca de 10% dos participantes, penso que se a empresa realmente estivesse interessada em gratificar seus funcionários pensaria em uma política que abrangesse o maior número de funcionários possíveis e agiria para combater as carências básicas que são apontadas constantemente pelos funcionários de menor remuneração, como por exemplo um alimentação de qualidade e plano de saúde que atenda as necessidades.
Enfim, através desses exemplos fica demonstrado a maneira de agir do discurso ideológico e a esperança de que mesmo que façamos o que o capital ordena faremos com a consciência de que ao menos estão escondendo algo de nos e perdermos e ingenuidade em achar que eles são os mocinhos que vieram nos salvar.
A.S. Martins
segunda-feira, outubro 12
EAD
Eu estudo em uma universidade que implantou o EAD, infelizmente. A disciplina escolhida foi Metodologia. Honestamente tem sido dificil aceitar essa novidade. Para todos os meus colegas de sala o conceito é o mesmo, não se aprende da mesma forma que seria com o professor em sala, te olhando nos olhos.Não dá para aceitar que isso se propague. A qualidade do ensino diminui, o interesse diminui consequentemente o aprendizado sofre uma anemia. Qual é o propósito por trás do EAD? Qual é a intenção? Presumo que se trata de uma redução de custo para o Estado que aos poucos irá substituir os professores por máquinas. Independente de qual seja o interesse por trás deste projeto, ele só pode beneficiar quem o inventou, os professores e os alunos não o aprovam. Seria interessante termos as aulas presenciais diariamente como de costume e posteriormente ter o EAD como adicional para esclarecer alguma dúvida que possa surgir enquanto se estuda fora das dependências da universidade ou algo parecido, essa ferramenta do EAD seria muito útil sendo usada como extracurricular, mas utilizá-la para substituir a aula presencial é inadmissível. E onde fica a relação milenar Tutor - Aprendiz? Será que a era tecnológica vai sufocar mesmo todas as nossas relações? E o companheirismo, os laços que fazemos quando estamos numa universidade? Não se trata de simplesmente aderir ao conforto de sentar-se em frente ao computador, ler o que está proposto lá e responder algumas questões. Se trata de realmente aprender. Qual será de fato a qualidade do ensino se essa coisa do "EAD" for disseminada? Qual será o futuro dos profissionais que se formarão dentro desta modalidade? Imagine um psicólogo, um engenheiro, médico com formação pelo EAD? Você poderia encarar tal profissional como alguém realmente capacitado, habilitado para exercer a sua função?
Sem falar no futuro da profissão Professor. O que vai acontecer com eles? O dom de entrar em uma sala de aula e desenvolver a cada dia uma aula de forma que envolva os alunos, os leve a raciocinar, criar opinião própria, o vínculo professor - aluno, onde vai parar? Não é justo que o EAD seja disseminado, temos que nos posicionar e impedir que esta modalidade de ensino seja implantada de forma geral. Em algumas disciplinas pode-se até aceitar, mas otimizar o ensino numa máquina é absurdo, repugnante à razão, insensato.
Abaixo o EAD!
Vânia M. Leite
Sem falar no futuro da profissão Professor. O que vai acontecer com eles? O dom de entrar em uma sala de aula e desenvolver a cada dia uma aula de forma que envolva os alunos, os leve a raciocinar, criar opinião própria, o vínculo professor - aluno, onde vai parar? Não é justo que o EAD seja disseminado, temos que nos posicionar e impedir que esta modalidade de ensino seja implantada de forma geral. Em algumas disciplinas pode-se até aceitar, mas otimizar o ensino numa máquina é absurdo, repugnante à razão, insensato.
Abaixo o EAD!
Vânia M. Leite
Grito de guerra
Ficar de braços cruzados olhando a banda passar?
Isso combina com quem não sabe onde quer chegar, quem tem medo de sair do anonimato, quem tem horror a derrotas.
Quando você se coloca na linha de frente para defender um ideal óbviamente também está se sujeitando ao risco imenso da derrota. Ora bolas e desde quando o risco de ser derrotado impediu grandes homens e mulheres? Quantos nomes nos passam na mente quando falamos em grandes revoluncionários? Dúzias no mínimo.
Escolhemos, nos juntar a eles nem que seja numa pequena massa, ou permanecer na velha rotina, que reconhecidamente não é boa, porém, é conveniente. É cômodo ficar estagnado, paralisado.
O medo de explorar, desafiar, arriscar-se impede o progresso, a melhora, o novo.
O medo nos torna inúteis, nos imobiliza, nos faz reféns. Seja no aspecto político, econômico, social permitimos que o comodismo e o medo nos amarrem em correntes de aço.
Que isso? Onde vamos parar deste jeito?
Soltemos um grande grito de guerra, larguemos de bobagens, pintemos a cara para o ataque, vamos dobrar as mangas e lutar com unhas e dentes pelos nossos ideias, sejam eles nobres ou patéticos. Sempre serão nossos ideiais!
Alguém me disse que esse meu discurso já está manjado. Mas esse mesmo alguém permanece na inércia. Por qual motivo? O que mencionei antes, é confortável ser empurrado com as massas, não ter que modificar, não ter que alterar o curso caótico das coisas.
Isso é História, ela está se construindo hoje também. O que passa para trás nem que for por apenas um minuto caiu na História.
Concordo, o discurso é velho, manjado, saturado, mas a grande verdade é que a maioria ouviu, ouviu, ouviu, ouviu e não fez nada, ou melhor dizendo, fez sim, decidiu que esse "discursinho manjado" é coisa de bobo e optou pela velha e cômoda rotina.
Fico eu aqui com meu "velho discursinho" mas que me impulsiona para as "novas ações"
Como diria Superman : "Para o alto e avante!"
Vânia M. L.
Isso combina com quem não sabe onde quer chegar, quem tem medo de sair do anonimato, quem tem horror a derrotas.
Quando você se coloca na linha de frente para defender um ideal óbviamente também está se sujeitando ao risco imenso da derrota. Ora bolas e desde quando o risco de ser derrotado impediu grandes homens e mulheres? Quantos nomes nos passam na mente quando falamos em grandes revoluncionários? Dúzias no mínimo.
Escolhemos, nos juntar a eles nem que seja numa pequena massa, ou permanecer na velha rotina, que reconhecidamente não é boa, porém, é conveniente. É cômodo ficar estagnado, paralisado.
O medo de explorar, desafiar, arriscar-se impede o progresso, a melhora, o novo.
O medo nos torna inúteis, nos imobiliza, nos faz reféns. Seja no aspecto político, econômico, social permitimos que o comodismo e o medo nos amarrem em correntes de aço.
Que isso? Onde vamos parar deste jeito?
Soltemos um grande grito de guerra, larguemos de bobagens, pintemos a cara para o ataque, vamos dobrar as mangas e lutar com unhas e dentes pelos nossos ideias, sejam eles nobres ou patéticos. Sempre serão nossos ideiais!
Alguém me disse que esse meu discurso já está manjado. Mas esse mesmo alguém permanece na inércia. Por qual motivo? O que mencionei antes, é confortável ser empurrado com as massas, não ter que modificar, não ter que alterar o curso caótico das coisas.
Isso é História, ela está se construindo hoje também. O que passa para trás nem que for por apenas um minuto caiu na História.
Concordo, o discurso é velho, manjado, saturado, mas a grande verdade é que a maioria ouviu, ouviu, ouviu, ouviu e não fez nada, ou melhor dizendo, fez sim, decidiu que esse "discursinho manjado" é coisa de bobo e optou pela velha e cômoda rotina.
Fico eu aqui com meu "velho discursinho" mas que me impulsiona para as "novas ações"
Como diria Superman : "Para o alto e avante!"
Vânia M. L.
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Foulks
Foulks, sempre de bom humor esbanjando sorrisos. Sabe-se lá o motivo, mas ele tem paixão por morangos ao chocolate (não deveria ser queijo? enfim...)
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Fly, muito tímido, mas depois que faz amizade é para sempre. Acorda cedo, sempre com muita disposição, costuma dedicar-se a finco em suas atividades musicais.
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Bob e Bilan, esses dois andam tão juntos que alguém acaba pensando que são gêmeos siamêses. Se dão muito bem, mas não passa um dia sequer que ambos não tenham uma discussão. Com o tamanho da amizade logo resolvem e fica tudo em paz.
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Demetrius, muito falante, porém, bastante observador. Adora levar um pedaçinho de queijo para cama, dorme comendo pedaçinho por pedaçinho.
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Dherick, sujeito de poucos amigos pelo fato de aparentar ser carrancudo. Não é de muita conversa, gosta de ser reservado. Não passa um dia sequer sem ler o jornal.
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Jacks, este é o "Sr Certinho", perfeccionista, não aceita uma nota sequer no momento ou tom errado. Costuma dormir muito tarde só para ficar deitado na varanda contemplando o céu.
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Manfred, meio desajeitado, mas bom sujeito, dócil e afável, sujeito que todos querem por perto.