segunda-feira, novembro 29

Da Sé ao Centro Cultural Banco do Brasil

As imagens a seguir não podem ser consideradas um ensaio fotográfico, talvez um exercício, pois com os avanços tecnológicos, é muito fácil se dizer fotógrafo, quando na verdade a câmera faz todo o trabalho. Então isso não passa de imagens que alguém capturou, por hobbie, para tentar se expressar nesse universo chamado internet.
                As imagens foram capturadas aleatoriamente e depois organizadas de maneira a formar uma ideia sobre São Paulo, e talvez, sucintamente Brasil. Buscamos mostrar o vazio de uma grande metrópole em um fim de semana qualquer, a beleza de uma arquitetura mal percebida pela maioria, a miséria em meio ao fato cosmopolita da metrópole e por fim uma apologia ao Espaço Cultural Banco do Brasil e também uma crítica, pois vimos um lugar belo que oferece cultura barata ou em sua maioria gratuita, porém, não frequentada pelo público a quem é destinado, a classe trabalhadora.
                Todas as fotografias foram capturadas entre o curto caminho da estação da Sé e o Centro Cultural Banco do Brasil, localizado na Rua Álvares Penteado, 112, Centro, São Paulo, SP.  
Rodrigo Massini e Vânia Leite
















































sexta-feira, novembro 26

Esta vida é uma grande piadista sarcástica!

 Uma dose de amargura, agregada a melancolia e impotência, um copo generoso de depressão e angústia, misturados em confusão psicológica e psicodélica, pensamentos profundos e profanos, ora sorrindo, ora chorando.
 Elementos regados ao som de The Beatles, a música?  Come Together.
 Excelente programa para ínicio de uma nova década de vida, a quarta década, que certamente como as três anteriores trouxeram imensas surpresas, adversidades, alegrias e tristezas, ganhos e perdas. Só se pode concluir que a próxima terá mais do mesmo, mas em outros formatos.
  Sabe o que pode fazer ela ser melhor? usar novas táticas, mudar a estratégia, e antes que ela traga as novidades, levar as novidades até ela! ei, espera aí... sinto uma faísca de esperança? Só a nova década dirá... ou não!


Julio Conejo, a sua grama é azul... a minha é vermelha!


Diriam eles:


One thing I can tell you is you got to be free
Come together right now over me


Hold you in his armchair you can feel his disease





Esta vida é uma grande piadista sarcástica!

quinta-feira, novembro 18

" Há duas coisas que não podem ser previstas matematicamente: o movimento dos átomos e o comportamento humano."
Frei Betto

Frei Betto é escritor, autor de “Cartas da Prisão” (Agir), entre outros livros. http://www.freibetto.org/ - twitter@freibetto

Parte de sua história durante a Ditadura Militar, pode ser observada no filme nacional Batismo de sangue, dirigido por Helvécio Ratton.

Leia:



quinta-feira, novembro 4

A caixa de Pandora



A Caixa de Pandora - Ao homem imprudente e temeroso são atribuidos os males humanos

Conta-nos as várias versões do mito grego que Prometeu (o que vê antes ou prudente, previdente) é o criador da humanidade. Era um dos Titãs, filho de Jápeto e Clímene e também irmão de Epimeteu (o que vê depois, inconsequente), Atlas e Menécio. Os dois últimos se uniram a Cronos na batalha dos Titãs contra os deuses olímpicos e, por terem fracassado, foram castigados por Zeus que então tornou-se o maior de todos os deuses.
Prevendo o fim da guerra, Prometeu uniu-se a Zeus e recomendou que seu irmão Epimeteu também o fizesse. Com isso, Prometeu foi aumentando os seu talentos e conhecimentos, o que despertou a ira de Zeus, que resolveu acabar com a humanidade. Mas a pedido de Prometeu, o protetor dos homens, não o fez.
Um dia, foi oferecido um touro em sacrifício e coube a Prometeu decidir quais partes caberiam aos homens e quais partes caberiam aos deuses. Assim, Prometeu matou o touro e com o couro fez dois sacos. Em um colocou as carnes e no outro os ossos e a gordura. Ao oferecer a Zeus para que escolhesse, esse escolheu o que continha banha e, por este ato, puniu Prometeu retirando o fogo dos humanos.
Depois disso, coube a Epimeteu distribuir aos seres qualidades para que pudessem sobreviver. Para alguns deu velocidade, a outros, força; a outros ainda deu asas, etc. No entanto, Epimeteu, que não sabe medir as consequências de seus atos, não deixou nenhuma qualidade para os humanos, que ficaram desprotegidos e sem recursos.
Foi então que Prometeu entrou no Olimpo (o monte onde residiam os deuses) e roubou uma centelha de fogo para entregar aos homens. O fogo representava a inteligência para construir moradas, defesas e, a partir disso, forçar a criação de leis para a vida em comum. Surge assim a política para que os homens vivam coletivamente, se defendam de feras e inimigos externos, bem como desenvolvam todas as técnicas.
Zeus jurou vingança e pediu para o deus coxo Hefestos que fizesse uma mulher de argila e que os quatro ventos lhe soprassem a vida e também que todas as deusas lhe enfeitassem. Essa mulher era Pandora (pan = todos, dora = presente), a primeira e mais bela mulher já criada e que foi dada, como estratégia de vingança, a Epimeteu, que, alertado por seu irmão, recusou respeitosamente o presente.
Ainda mais furioso, Zeus acorrentou Prometeu a um monte e lhe impôs um castigo doloroso, em que uma ave de rapina devoraria seu fígado durante o dia e, à noite, o fígado cresceria novamente para que no outro dia fosse outra vez devorado, e assim por toda eternidade.
No entanto, para disfarçar sua crueldade, Zeus espalhou um boato de que Prometeu tinha sido convidado ao Olimpo, por Atena, para um caso de amor secreto. Com isso, Epimeteu, temendo o destino de seu irmão, casou-se com Pandora que, ao abrir uma caixa enviada como presente (e que Prometeu tinha alertado para não fazê-lo), espalhou todas as desgraças sobre a humanidade (o trabalho, a velhice, a doença, as pragas, os vícios, a mentira, etc.), restando dentro dela somente a ilusória esperança.
Por isso, o mito da caixa de Pandora quer significar que ao homem imprudente e temeroso são atribuídos os males humanos como consequência da sua falta de conhecimento e previsão. Também é curioso observar como o homem depende de sua própria inteligência para não ficar nas mãos do destino, das intempéries e dos próprios humanos.
Por João Francisco P. Cabral
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Filosofia pela Universidade Federal de Uberlândia - UFU
Mestrando em Filosofia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Brasil Escola



Foulks

Foulks
Foulks, sempre de bom humor esbanjando sorrisos. Sabe-se lá o motivo, mas ele tem paixão por morangos ao chocolate (não deveria ser queijo? enfim...)

Joe

Joe
Joe, vai ao delírio por paçocas! É muito dorminhoco, mas seu pior crime é literalmente saquear os queijos da geladeira em plena madrugada.

Fly

Fly
Fly, muito tímido, mas depois que faz amizade é para sempre. Acorda cedo, sempre com muita disposição, costuma dedicar-se a finco em suas atividades musicais.

Bob e Bilan

Bob e Bilan
Bob e Bilan, esses dois andam tão juntos que alguém acaba pensando que são gêmeos siamêses. Se dão muito bem, mas não passa um dia sequer que ambos não tenham uma discussão. Com o tamanho da amizade logo resolvem e fica tudo em paz.

Demetrius

Demetrius
Demetrius, muito falante, porém, bastante observador. Adora levar um pedaçinho de queijo para cama, dorme comendo pedaçinho por pedaçinho.

Dherick

Dherick
Dherick, sujeito de poucos amigos pelo fato de aparentar ser carrancudo. Não é de muita conversa, gosta de ser reservado. Não passa um dia sequer sem ler o jornal.

Jacks

Jacks
Jacks, este é o "Sr Certinho", perfeccionista, não aceita uma nota sequer no momento ou tom errado. Costuma dormir muito tarde só para ficar deitado na varanda contemplando o céu.

Manfred

Manfred
Manfred, meio desajeitado, mas bom sujeito, dócil e afável, sujeito que todos querem por perto.