terça-feira, abril 12

FHC com bláblá por aí... cada uma!

Pois é minha gente, FHC anda falando cada besteira por aí... hoje a Folha de S. Paulo publicou uma coluna sobre o, digamos, "manifesto" que ele fez, o qual será lançado na próxima quinta, dia 14. Confira e avalie por si mesmo.






DANIELA LIMA DE SÃO PAULO

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso defende em artigo que será publicado nesta semana uma revisão profunda da estratégia adotada pelo PSDB e pelos demais partidos de oposição para voltar ao poder.
Numa espécie de manifesto, ele afirma que a oposição deveria desistir de conquistar as camadas mais pobres do eleitorado e se conectar com a nova classe média produzida pelo crescimento econômico dos últimos anos.
"Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os "movimentos sociais" ou o "povão", falarão sozinhos", diz o ex-presidente.
Ele observa que a classe média não participa da vida política do país como no passado, mas está presente em lugares onde os partidos praticamente não existem, como as redes sociais da internet.
"Se houver ousadia, as oposições podem organizar-se, dando vida não a diretórios burocráticos, mas a debates sobre temas de interesses dessas camadas", diz.
O artigo aparecerá no novo número da revista "Interesse Nacional", que será publicado na quinta. E no site interessenacional.uol.com.br.
FHC diz que a presidente Dilma Rousseff (PT) poderá conquistar eleitores que mantiveram "certa distância" do ex-presidente Lula.
"Dilma, com estilo até agora contrastante com o do antecessor, pode envolver parte das classes médias. Estas [...] mantiveram certa reserva diante de Lula", avalia.
FHC critica os governos que o sucederam e o próprio partido. "Uma oposição que perde três disputas presidenciais não pode se acomodar e insistir em escusas que jogam a responsabilidade no terreno "do outro'", afirma.
Em 2010, o ex-governador José Serra brigou por meses com o senador Aécio Neves pela liderança da chapa. Ganhou internamente, mas perdeu para Dilma.
FHC diz que a oposição não defendeu seu legado.
"Segmentos numerosos das oposições de hoje aceitaram a modernização representada pelo governo FHC com dor de consciência", avalia.
O ex-presidente deu a seu artigo o título "O papel da oposição", o mesmo de um texto célebre que publicou na década de 1970, quando fazia oposição à ditadura militar. E comparou a situação da época com a vivida hoje, com o PT ao poder.
"Diante do autoritarismo era mais fácil fincar estacas em um terreno político", diz.
Ontem, em após o lançamento do livro "Ruth Cardoso Fragmentos de Uma Vida", de Ignácio de Loyola Brandão, ele disse que é cedo para avaliar os 100 primeiros dias de Dilma. Avaliou que não basta falar de austeridade fiscal contra a inflação, mas praticá-la.


Colaborou LEANDRO MARTINS, de Ribeirão Preto
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1204201102.htm





Sabem o que foi que me chamou mais a atenção? Ele fala que os tucanos devem voltar sua atenção para essa nova classe média que nasceu da gestão do PT. Mas alto lá! Se esta "nova classe média" surgiu em consequência da gestão do PT porque raios irá se voltar com bons olhos sobre PSDB??
Senhor FHC, ei meu chapa, vamos parar de falar asneira e grosserias sem precedentes por ai? Como é que é? "POVÃO"?  Desinformado? Vai catar coquinho na ladeira!
O senhor está é com medo da influência da Dona Dilma! Tome tento Seu FHC!!




2 comentários:

  1. rsrsrs... seu comentário foi perfeito.

    Queria ter esse manifesto em mãos, sabe, para riscar, grifar, anotar coisinhas e depois usar como se deve ... rsrsrsrs

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  2. Concordo em grau, número e genêro Mister Rodrigo rsrs
    E você viu a resposta simplória e impactante do tio Lula sobre o tal manifesto? Tio Lula sempre manda bem nas respostas :•)

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Foulks

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Foulks, sempre de bom humor esbanjando sorrisos. Sabe-se lá o motivo, mas ele tem paixão por morangos ao chocolate (não deveria ser queijo? enfim...)

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Bob e Bilan, esses dois andam tão juntos que alguém acaba pensando que são gêmeos siamêses. Se dão muito bem, mas não passa um dia sequer que ambos não tenham uma discussão. Com o tamanho da amizade logo resolvem e fica tudo em paz.

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Manfred

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